"Veronique suspira, um pouco nostálgica desse tempo perdido, e apetece-lhe ler Proust em vez de Flaubert. Sorri de si própria e desse instintivo recurso à literatura que sempre lhe acontece. Logo rectifica a expressão tempo perdido: esse tempo não foi perdido, não está perdido, apenas passou como passam todos os percursos humanos."
Livro: O bazar alemão
Autora: Helena Marques
